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Tiago Chan : GP Lyon Report
em 5/31/2010 6:00:00 PM


Esta semana voltamos a ter mais um artigo do Tiago Chan, desta vez um report sobre a sua viagem ao GP Lyon onde marcou o seu regresso aos grandes torneios internacionais.
Vale a pena ler!>














Tiago: Pois é gémeo, estive a pensar no que disseste, e realmente nao vale mesmo a pena ir ao GP Lyon. Ter só um Bye num GP de 2000 pessoas, já estando ambos qualificados po Nacional, e a ter de gastar 200 e tal euros, não vale a pena.

[color=green]Nuno Costa:
Só que entretanto desde a última vez que falámos ganhei um trial, já tenho 3 byes.

Tiago:Tiago: Sim, mas olha não marques nada para mim.

Nuno Costa: Acabei de marcar viagem e já paguei tanto a minha como a tua. Agora vais que te f...

Tiago:Tiago: Peço humildemente desculpa pelo mau timing da minha parte, vamos lá então.





Mais coisa menos coisa foi isto. Quando regressei a Portugal e não estava qualificado para o Nacional tracei vários planos de acção no caso dos Regionais correrem mal, tal como ir ao Grand Prix Lyon tentar ganhar os muitos pontos de ranking que me faltavam para uma eventual qualificação por ranking. Na altura pareceu-me um bom plano, pois desde que deixei de jogar em Lorwyn até agora, só conheço cartas de Shards of Alara, Conflux e Reborn, as outras expansões ou nem sei o nome delas, ou a ordem em que saíram. Ter um large stand alone set a sair nesta altura foi uma dádiva do céu, porque significava um formato Limited virgem onde todos iam partir do zero. A minha única desvantagem seria a ferrugem competitiva, e o ter de aprender as novas regras (novas para mim, para voces já devem ter 1 ano) a quais obviamente nunca as li, porque alguém me as resumiu dizendo que o dano já não vai para a stack, e que já não há mana burn.




O Nuno Costa também estava numa de ir a Lyon, e como eu agora trabalho tipo 1000 horas por dia (12, vá...) disse a ele que visse isso das viagens e o que ele marcasse para ele, que marcasse para mim, que eu confiava. Um dia um muito em baixo Nuno Costa telefona-me e começa a enunciar os vários argumentos pelos quais não devríamos ir ao Grand Prix. Como eu já estava qualificado para o Nacional, (história que já partilhei com voces aqui neste site) e como estava a trabalhar até me pareceu óptimo não ir. Após pensar um pouco, diria que demorei uns 2-3 dias a pensar nisso, contacto o Gémeo para não marcar nada para mim, e foi quando aconteceu aquela conversa no MSN.

Oops!




A viagem de ida decorreu com alguns sobressaltos, como o facto de termos chegado bue atrasados ao check-in, eu e o Nuno Costa, e o Fred Bastos ainda mais atrasado, tanto que recebeu um belo sermão de 2 simpáticas funcionárias da TAP. Mas como o Fred tinha daqueles bilhetes especiais, após 1000 telefonemas pa cabine po comandante, pa dentro e mais além, lá o deixaram embarcar, mas à mala dele não. Eu até aqui compreendo a posição deles, e tudo bem têm razão. Mas pronto, este sermão do “mais 30 segundos de atraso e já não podia ir” e a mala já não têm tempo de chegar ao avião, torna-se um pouco ridiculo quando vamos para o boarding e temos de estar 1 hora à espera que o avião aterre pois ainda não tinha chegado, quando supostamente pela conversa deles já estaria todagente sentada no avião à nossa espera. Comecei a pensar para comigo, opá isto com o Vulcão ainda ficamos em terra, e depois para que é que eu quererei ir a Lyon fazer para a semana ou para o próximo mês? Mas não tudo correu bem, e 50% das viagens com aeroportos já tinham passado. Faltava só o regresso daqui a 3 dias.









Vamos então falar de Magic, vai ter de ser, e é agora que podem avaliar se eu já estou louco ou ainda não. Até agora já fiz vários Sealed Decks e vários drafts e tenho gostado imenso de Rise of Eldrazi Limited, e tenho obtido resultados satisfatórios tendo em conta as minhas condicionantes. Gosto de ROE Limited porque não sendo o formato tão lento como alguns julgam, (se ficarem parados obvio que vão perder), existem tools suficientes para abrandar o jogo e fazer com que estratégias aggro não sejam tão eficazes como anteriormente (embora válidas). Também gosto do facto de em Rise poder usar a fórmula de 10 bichos, 12 spells, 12 lands, ao contrário de por exemplo Lorwyn, onde era criaturas por todo o lado estilo 16 bichos (ou mais), 7 spells, 17 lands. Tenham em consideração, que eu normalmente não gosto do estado dos formatos Limited e Constructed, e que é muito raro eu elogiar formatos.



Deitei fora o meu Sealed Deck, os sleeves devia ser a única coisa não estragada naquela caixa, mas na eventualidade de vir a escrever um report escrevi um mail a mim mesmo com o deck que joguei enquanto me lembrava dele de cabeça, após ir a caixa de correio eis o que encontrei.



8 Island
7 Plains
2 Mountain
1 Evoking Wilds
2 See Beyond
2 Halimar Wavewatch
1 Hada Spy Patrol
1 Enclave Cryptologist
1 Eel Umbra
1 Drake Umbra
1 Guard Gomazoa
1 Frostwind Invoker
1 Deprive
1 Ikiral Outrider
1 Time of Heroes
1 Puncturing Light
1 Knight of Cliffhaven
1 Totem-Guide Hartebeest
2 Kabira Vindicator
1 Prophetic Prism
1 Brimstone Mage
2 Flame Slash




Pontos positivos:

- Não tem cartas más, todas as cartas no baralho são boas.

- Boa combinação de criaturas evasivas, criaturas para bloquear, removal, card drawing.



Pontos negativos:

- É um deck agressivo, mas lento, num formato que não é favorável a ser-se agressivo.

- É um deck de 3 cores que quer jogar primeiro, num formato que o desaconselha.

- Apesar de power level individual das cartas ser aceitável, o power level do deck, é baixo.
- Não tem solução para criaturas maiores que 4 de resistência, e não tem solução para Eldrazis que são um dos temas do bloco, e incolores.



Pausa

Frederico Bastos e Nuno Costa falam acerca dos Eldrazi em ROE Limited.




Frederico Bastos: “O quê? Estás louco? Eldrazi tema da expansão? Quase ninguém tem isso nos decks.” (O próprio Bastos tinha 2, e o Nuno Costa tinha 3) “Mas isso são excepções, não me vais dizer que são bons”.


Nuno Costa: “Não é preciso solução para os Eldrazi, chump-blockas e corres”

Se virem o Nuno Costa a levar com um Eldrazi, dêem-lhe uma palmadinha no ombro e digam-lhe para chumpblockar e correr.


Fim da pausa



Depois de fazer o meu deck, com conhecimento, o melhor que podia, fui procurar os outros tugas e fazer uns jogos durante o período de Byes. O Nuno tinha um deck G/B muito bom, que achei que faria segundo dia com tranquilidade (e fez), o Cristo tinha um deck bom, mas sem byes achei que seria dificil necessitava de um pouco de sorte, mas era perfeitamente possível com aquele deck (e fez 2º dia e dou os parabéns por ter conseguido), o Fred Bastos só se queixava do deck dele, e realmente era fraquinho. Fiz uns jogos com eles, não ganhei um único jogo a ninguém, nem eles estando screw ou floods. Senti-me um bom samaritano, porque ali estava eu a jogar contra os meus amigos para os moralizar a elevar o espírito deles. Sabia que o meu deck estava um pouco aquém das expectativas, mas quando a ronda vai começar a minha mentalidade muda por completo, acho sempre que eu e o meu deck vamos ser capazes, e só me dou por vencido quando tenho de pegar na caneta e tirar a vida que falta. (já agora, isto foi uma metáfora para explicar que devemos sempre tentar dar 100% com as cartas que temos na mão, mas é certo que há alturas que devemos conceder, e sem vergonha nisso).










Ronda 1: Tive 1 Bye, nem sei bem porquê, ranking talvez.




Ronda 2: Verde/Branco/Preto






Apanhei um deck honesto como o meu. Ele não jogou nenhuma carta má, mas nenhuma que fosse ultra poderosa, e então jogámos 3 jogos renhidos.


1º jogo ganhei a ir buscar a Drake Umbra com o 2/5 e encantei um bicho qualquer e ganhei pelo ar. O 2º jogo perdi normalmente joguei lands e spells, ele também os dele ganharam. No 3º jogo estive a bater com 2 voadores, no último turno ele topdecka a bomba dele, um Anjo branco grande que dá Indestrutibilidade, e eu pensei comigo, oops não tenho solução, mas tive muita sorte que ele tava tipo a 2 de vida, então um dos voadores passava.

2-0




Ronda 3: Verde/Branco/Preto novamente



No 1º jogo só lhe vi Branco e Preto, depois vim a perceber que ele estava muito color screw, e assim não foi muito difícil ganhar o 1º jogo.


2º jogo ele baixa um Assassino Preto, que faz level up e depois dá -2-2, ou -4-4, e não conseguindo lidar com ele, perdi só para aquela carta.


3º jogo ele começa a bater primeiro, mas eu estabilizo, e eventualmente vou ganhar o jogo com os meus bichos com evasão. Estava confiante porque em jogo, as criaturas dele não passavam pelas minhas, e eu já tinha um 2/2 inbloqueável, e um counterspell na mão para o Assassino ou uma eventual bomba que ele biscasse, e ele quase não tinha nada na mão, como se diz na gíria estava controlado.


Ele faz um ataque que eu não percebo bem o porquê, eu bloqueio tranquilo, sem passar dano, e aparentemente sem nada morrer, à espera de ver qual é o truque que ele biscou. Resolve o combate, ele enterra um bicho dele 2/4 que só tinha levado 3 de dano e baixa imediatamente uma 1/1 voadora preta que devolve bicho do cemitério. Aí eu percebi o truque, ele não tinha criaturas no cemitério, mas biscou esse “Gravedigger” e atacou com tudo porque se alguma coisa morresse, ele devolvia. Eu por mim tudo bem, tanto esse Gravedigger voador, como o bicho que ele ia devolver eram completamente irrelavantes para a mesa, o problema aqui é que o 2/4 não devia ter morrido. Mas se o 2/4 não morresse, de certeza que ele não quereria jogar o 1/1.


Aqui eu sei que a carta que me faz perder o jogo é o Assassino dele, e eu tenho counterspell para o Assassino, mas não tenho 2, e ele tem o Gravedigger para devolver o Assassino quando eu fizer counter.

Ora posso fechar os olhos e fingir que não vi que aquele bicho dele não devia morrer, deixá-lo gastar o Gravedigger, e tenho a mesa toda controlada e com o counterspell na mão....


Ou...


Tenho de ser honesto, dizer que aquele bicho não vai morrer, ele fica com o Gravedigger na mão, e se ele bisca o assassino, perco o jogo e a ronda.


O problema é que embora a primeira opção pareça uma cena inocente de fazer que me esqueci, a ser executado é um plano intencional e premeditado para ganhar o jogo, que envolve mentir e tomar vantagem de uma situação ilegal. Para mim é batota, se não o é, deveria ser, e devia dar DQ.


Vamos ser honestos, a ver se compensa. Passado um pouco ele biscou o Assassino e aconteceu o que eu temia. Baixou o Assassino, eu counter, ele gravedigger devolve o Assassino, pois não gastou o Gravedigger naquele turno porque o bicho dele não tinha morrido em combate. Ninguem fica contente de perder, naturalmente fiquei aborrecido, mas aconteceu o que teria de acontecer, e perdi de consciência limpa e tranquila.


2-1



Ronda 4: Verde e Preto




O primeiro jogo merece uma descrição turno por turno, para quem diz que este é um formato lento. Perco o dado, e sigo com alguns lands, uma Wall 1/3 Fly que não leva dano de combate e o Invoker Azul 3/3 fly, e mais qualquer coisa,

Turno 1

Ele: Land.

Eu: Land.

Turno 2

Ele: 2/2 Level up verde que fica 4/4 se pagar 2G.

Eu: Land


Turno 3

Ele: Level Up, ataca-me e fico a 16.

Eu: Wall 1/3 que não leva dano combate.


Turno 4

Ele: Escorpião 2/3 que mata um bicho de poder 1, neste caso a minha Wall. Ataca-me, fico a 12.

Eu: não tenho nada para o 4º turno, passo.


Turno 5

Ele: Ataca-me com as 2 criaturas dele, fico a 6, e ainda baixa um 3GG 5/3 Trample.

Eu: Realmente, tenho o meu Invoker Azul para o 5º turno, não há blocks que me mantenham vivo.




No 2º jogo, ele falhou um land drop aí ao 4º turno, e eu tive o Time of Heroes para o meu draw ser rápido o suficiente para castiagr esse land drop falhado.


O 3º jogo foi o único jogo bom que jogámos, por bom entendo que não houve screws nem floods, durou muitos turnos, mas esteve muito longe de ser honesto em qualidade das cartas jogadas. Após ver-me grego para me livrar duma Dralna, (só a matei porque ele jogou mal diga-se), depois ele ainda teve uma 1/1 verde que pagas 1 e target bicho fica 7/7, mas vá com umas manobras ainda se jogava, apesar de para lidar com isso ter sacrificado grande parte dos meus recursos, mão, vida, criaturas. Para o Kozilek, esse é que já não tive solução, Eldrazi lol, mas chump-blockar e correr contra Eldrazis lol, que teorias do gémeo!!!


Acho que fui infeliz neste pairing, porque o deck dele era muito bom e devia estar 3-0, não 2-1, mas mesmo ele estando 2-1 preferia apanhar outra das 700 pessoas tambem elas 2-1 por esta altura. Ele contou-me que teve azar na ronda anterior e que por isso tinha perdido, mas no fim do torneio vi os standings ele acabou no Top 32, tinha deck para isso.

2-2


Ronda 5: Azul e Branco



1º jogo matei-o com um Halimar Wavewatch 6/6 Islandwalk.

2º jogo matou-me ele com um Halimar Wavewatch 6/6 Islandwalk.

3º jogo, ia matá-lo com um Halimar Wavewatch 6/6 Islandwalk, mas ele fez Regress e pouco depois matou-me.


Perguntam voçês, porque é que estava a correr tantos riscos e a por todas as esperanças no 6/6 Islandwalk? Achei que o meu deck no mirror era underpowered, e era melhor tentar arrumar com a questão o quanto antes, pois quanto mais tempo lhe desse, maior diferença se iria notar entre o power dos decks. Pode parecer estranho, mas senti que quantos mais turnos estivesse vivo, mais morto estava. Posso estar errado, mas tive uma intuição que era melhor correr, não correu bem, perdi a ronda e fui eliminado, mas nem sequer me chateou a derrota, pois tinha consciência que era um dos riscos do plano de correr.

2-3




Conclusão do Grand Prix, fiquei bastante satisfeito com o Magic que joguei, com as jogadas e decisões que tive de tomar, embora não tenham sido muitas. Foi muito bom ter ido a este Grand Prix mesmo com um resultado mau. Trouxe-me de volta a mentalidade competitiva para torneios que é muito importante quando queremos ganhar, fiquei muito mais familiarizado com o formato ROE Limited, e neste momento já consigo voltar a discutir estratégia tanto de Limited como Constructed actual.


Mas esperem lá, Constructed? Então o Grand Prix não foi Limited, e depois faz-se uns drafts. À semelhança do que aconteceu no Regional de Sines, também em Lyon o regresso foi problemático. Esatav no domingo a ver o Fred Bastos a jogar o torneio de Legacy, e entre rondas entretido a jogar um super divertido mirror de Ad Nauseum Tendrils, com mulligan a 0, e a biscar do mesmo deck, quando o pai dele lhe liga e diz, Fred pira-te já de Lyon que o aeroporto de Lisboa amanhã vai ter problemas. E como o Bastos tem daqueles bilhetes especiais em que ele é só chegar lá e pedir, decidiu dar um sprint ao hotel para buscar as coisas e ainda tentar apanhar o último voo. Eu já a ver o filme todo pelo qual íamos passar nos dias a seguir, ainda lhe pedi antes de ele bazar que deixasse os decks de t2.







Segunda-Feira eu e o Nuno vamos po aeroporto, ao almoço encontramos mais um Tuga, o Cláudio e no aeroporto o Cristo. Eu sei que vai haver problemas, mas a malta tá numa de optimismo que vai tudo dar certo. Inclusive fazemos o check-in, mas quando vamos a por as malas, a senhora diz, ah não ponham as malas. - Então porquê? – Porque não, o avião ainda não chegou de Lisboa, quando chegar vêm aqui e poem as malas. O que me irritou é que os outros tugas acreditaram, porque segundo o gémeo diz “até já tens o boarding card e tudo”, que na realidade é um bocado de papel rasgável, para entrar num avião que não vai chegar.


O Nosso vôo seria às 19h25, quando vamos ver no placard, nem o avião do vôo das 13h25 para Lisboa tinha chegado quanto mais o nosso. Por volta das 19h30, finalmente cancelam o vôo da 13h25 e vai um mar de gente ao balcão da TAP, mas os gajos do vôo das 19:25, que continuem a esperar, porque é só o avião chegar que nós vamos. Basicamente estavam-nos a stallar o mais que podiam, enquanto resolviam o problema do vôo da 13h25. Finalmente às 22h, que foi quando acabaram de remarcar todagente do vôo da 13h25 anunciam que o vôo das 19h25 tambem tinha sido cancelado.


Perguntam-nos se queríamos vôo para o dia seguinte de manhã, ou à noite, mas alertaram para o facto de na parte da manhã ser bastante mais provável o aeroporto de Lisboa ainda se encontrar encerrado, então marcámos para a mesma hora 19h25. No 2º dia vamos lá, chegamos por volta das 16h e vimos que o vôo da manhã foi-se embora sem problemas incluindo 2 tugas o Andrade e o Alveirinho que tinham sido re-marcados para esse vôo, logo o nosso também iria descolar. Só que no check-in mandam-nos para trás, a dizer que há um problema e que fossemos de novo ao balcão da TAP. É que este vôo Lyon-Lisboa tinha de ir a Nice buscar passageiros que também estavam retidos, e sendo assim estava overbooked, por alguma razão deram prioridade primeiro aos passageiros originais do vôo deste dia, terça-feira, depois a quem tivesse de apanhar um vôo de ligação em Lisboa, depois aos de Nice, e nós que já vínhamos de ontem ficámos em terra.


Vamos ao balcão da Tap, dizem-nos que só para quinta-feira tinham vagas, mas por fim a TAP lá chega à conclusão, que fica mais barato marcar um vôo para nós por outra companhia no dia seguinte, do que estar a pagar mais 2 noites de hotel e todas as refeições e transportes a nós. E assim sendo 4ª feira chegámos a Lisboa.


Apesar de eu parecer chateado, só cansa é o tempo que estás à espera, mas eu tinha comigo os decks de t2 do Bastos e o Cristo também tinha deck. Quanto à TAP trataram-nos 5 estrelas, fizeram o melhor que podiam, e foi bom. Uma vez que eu só tinha de ir trabalhar na 6ª feira, basicamente, a TAP pagou-me para eu estar ali 2 dias a testar Constructed! Espero que a seguir ao Nacional eu possa escrever, algo do género “este bom resultado não seria possível sem o playtesting que a TAP patrocinou”.


Falando no Nacional, será novamente o meu último torneio, porque a seguir irei fazer mais uma pausa no Magic, vou novamente para fora, pela terceira vez fazer uma pausa de um anito. Portanto quero desfrutar ao máximo o Nacional, e isso significa que, não sendo realista dizer que faço Top 8, espero uma performance aceitável, do género a 2 ou 3 rondas do fim ainda estar matemáticamente na luta, mesmo que não o faça, o que é muito melhor que 2-3 drop ou algo do género. Vou testar o que o meu tempo agora me permitir, e espero ainda escrever umas linhas sobre Magic antes do Nacional!






Obrigado a todos por terem lido!

Tiago


jparula


De: Lisboa
6/2/2010 1:28:38 AM
re
GP Gothenburg Aug. 28-29. FOMOS!

O que fica para a história é o cláudio andrade ser horrível nas "batalhas" pós-draft, enfim não vai aos treinos depois queixa-se...

cumps
Alterado a 6/2/2010 1:36:27 AM por jparula

Marko


De: Campolide
6/1/2010 12:18:52 AM
=D
Bom Artigo. É sempre bom saber como corre aos grandes jogadores portugueses os torneios a nivel internacional. E um report tão detalhado e com as histórias engraçadas da viagem é sempre agradavel de ler.

Abraço e Força nisso !
Responder

[1]