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UtilizadorResposta

]{4MI]{4Z3
De: Porto
10/30/2006 11:16:08 PM
Regras e dicas para a construcção de um baralho em Construido.
1º Passo



Respeitar as Regras para construção de um baralho/side-board em Construído.



Estando neste ponto e assumindo que têm uma série de cartas na vossa colecção que poderão usar para construir um baralho, o primeiro passo é seleccionar desse conjunto (maior ou menor) de cartas aquelas que vos serão mais úteis num determinado baralho. Alguns de vocês podem levar longe demais a restrição de cartas, ao ponto de querer construir um baralho de apenas uma cor. Não é que os baralhos mono-colores não possam ter o seu sucesso... No entanto, penso, e aconselho a que o vosso primeiro baralho, seja sempre bi-color pois a junção de duas cores permite que as lacunas de uma só cor sejam atenuadas pelo uso de uma suplementar.
Não se esqueçam nunca que o limite mínimo de cartas para um baralho em Construído é de 60 cartas e podem ter um side-board constituído por 15 cartas adicionais. Outra regra muito importante, é que não podem ter mais do que 4 cópias de uma dada carta no vosso baralho, incluindo Side-board, ou seja, se tiverem, por exemplo, 3 Cóleras de Deus no vosso baralho, apenas podem ter uma Cólera no Side-board, ou então, de tiverem 4 Cóleras no vosso baralho, não poderão ter nenhuma no Side-board. A única excepção a esta regra verifica-se com os terrenos básicos/nevados que podem ter acima de 4 cópias, aliás, podem ter 5, 15, 20, como queiram... Qualquer outra excepção a esta regra só poderá ser válida, num feitiço, se no próprio existir alguma referência que permita sobrepor a regra das 4 cópias (por exemplo: Relentless Rats). Aconselho-vos a usarem sempre 4 cópias das cartas que tiverem um papel mais crucial na vossa estratégia, pois tornam o deck mais consistente e mais uniforme. Como referi em cima, existe um limite mínimo de cartas que têm de ter num baralho (60), contudo não existe um limite máximo de cartas. Apesar disto, aconselho-vos a respeitarem a regra de construir um deck com 60 cartas (incluindo já os terrenos), pois assim, estarão a aumentar a probabilidade de vos saírem as cartas que mais gostam. Jogar com 60 cartas é válido para baralhos com uma cor, duas, ou mais... Não é por terem um baralho com cinco cores que devem colocar mais cartas. Tudo se baseia num processo de selecção das vossas cartas mais jogáveis e, depois, no número de cópias que irão utilizar de cada uma dessas cartas. O Side-board, pode não existir, não são obrigados a ter um, mas, caso o tenham, ele tem um limite máximo de 15 cartas. Muitos de vocês podem perguntar o que é um Side-board? A resposta é simples. Um Side-board representa a vossa defesa extra contra ameaças para as quais o vosso baralho não está tão preparado para enfrentar de forma directa. Encarem um Side-board como uma espécie de "Tunning" do vosso baralho. O Side-board é independente do baralho, o que faz com que sejam cartas que só podem entrar para o mesmo a partir do segundo jogo que fizerem. Isto é uma regra. Mesmo que saibam de antemão que baralho tem o vosso adversário, e, por muito jeito que vos desse a inclusão logo na primeira partida, por exemplo, de um Kataki vs baralho de artefactos (Affinity), nunca poderão ir buscar o Kataki para o vosso baralho na primeira partida, apenas a partir do segundo jogo... Sendo que já ficaram com uma ideia do que é um Side-board, podem agora começar a pensar no ambiente em que jogam ou também chamado de "metagame", é um termo usado para definir os baralhos que aparecem no local onde vocês jogam. Conhecer o metagame é importante porque vos permite seleccionar de uma forma mais acertada as 15 cartas do vosso Side-board, de modo a tornarem o vosso baralho menos vulnerável a ameaças vindas de outros baralhos com outras estratégias e mecânicas de jogo.
Definidos que estão alguns termos, e definidas também algumas regras básicas. Deixo-vos um último conselho. Como ponto de partida para a construcção de um baralho e do seu fio de jogo ou Estratégia, há que escolher as duas cores com que preferem jogar, e, não sendo uma regra, nem tão pouco, algo que seja fixo, mas acho que deveriam sempre começar por construir baralhos com 20/24 criaturas + 12/16 Feitiços + 20/24 Terrenos, sempre com a noção de respeitar as regras de construcção de baralhos que referi acima.




2º Passo



Saber elaborar uma curva de mana.



Quando forem construir um baralho devem ter a noção da curva de mana. A curva de mana é um gráfico virtual do custo dos feitiços que compõe o vosso baralho. Ao construir um baralho, vão querer, por certo, ter uma maior percentagem de cartas com custos mais baixos, decrescendo essa mesma percentagem com o aumento dos custos das mágicas. Isto, porque o principal objectivo que têm de ter em mente é que devem poder aproveitar ao máximo todos os turnos, jogando, em cada um, o maior número de mágicas possíveis. Assim sendo, se o vosso baralho, tiver muitas cartas com custos muito elevados, a probabilidade de passarem os primeiros turnos sem jogar nenhuma mágica e sem ameaçarem o adversário é maior. Por outro lado, um baralho construído apenas com cartas de baixo custo, tem o inconveniente de vos poder deixar sem jogar mágicas numa fase mais adiantada da partida. Por estes motivos, devem construir uma curva de mana equilibrada, na qual figurem muitas cartas de baixo custo, algumas de custo médio e, depois, umas poucas de custo mais elevado. Na minha óptica, um custo baixo será (0 até 3), médio (4 e 5), elevado (6 em diante), é apenas uma opinião pessoal... E a curva de mana de um baralho varia sempre, consoante a estratégia do baralho, ponto que vou focar mais à frente neste artigo.
Para construir uma curva de mana não podem contar com os terrenos. Têm de contar com todas as criaturas/feitiços do baralho, totalizando entre 36/40 cartas, dependendo do facto de jogarem entre 20 a 24 terrenos. Vou deixar-vos um exemplo de um baralho (apenas as mágicas) e da curva de mana relativa ao mesmo, estão neste link:

http://www.wizards.com/default.asp?x=mtgcom/academy/3

(Tentei colocar a imagem independentemente, mas nenhum dos comandos que tentei funcionaram...)

Na imagem podem ver uma análise á curva de mana do deck e podem ver o AVG.COST (custo médio das mágicas do deck). No caso, em particular a média dá 2,72. Isto resulta de uma fórmula de cálculo que vou explanar:

(8x1+12x2+8x3+4x3+5x2+6x2+8x1)/(8+12+8+3+2+2+1)= 2,722...

Ao lado dessa mesma imagem, podem ver uma outra onde aparecem os símbolos de mana genérico de todas as mágicas que compõe o baralho que foi usado como exemplo. No caso referido, existem 38 manas Verdes para 12 manas Vermelhas, ou seja, existe uma relação de aproximadamente 3:1. O que esta relação nos indica, é que (usando estritamente terrenos básicos) deveríamos ter 1 montanha para cada 3 florestas. Sendo que o deck referido tem 24 terrenos, resultaria no seguinte: 18 Florestas + 6 Montanhas.




3º Passo



Escolher a estratégia de jogo do baralho.



Eis que chegamos a uma das partes mais interessantes da construção de um baralho. Porém, é também aqui que se definem como jogadores de magic, ou seja, é aqui que vocês revelam a vossa capacidade de compreensão do jogo bem como os vossos gostos mais pessoais relativamente a este jogo. Existem basicamente 2 formas de ganhar um jogo em Magic, a mais tradicional, é levar o oponente a atingir os 20 pontos de dano, ou se quiserem, a perder 20 pontos de vida. A outra forma, mais comum de atingir uma vitória é alcançada por "milling" termo que deriva da carta Millstone ou Mó em Português, e que designa uma estratégia na qual o oponente perde por falta de cartas para comprar no baralho, ou seja, literalmente vocês estarão a Moer o baralho do vosso adversário. Pontualmente, poderão existir outras formas de vencer jogos, mas essas terão sempre de ser atingidas por alguma carta em especial, ou por um conjunto de cartas que pelas suas habilidades façam o oponente perder a partida. No último caso, a estratégia usada pode ser "Combo", ou seja, pelo menos duas cartas que isoladamente não teriam nenhum efeito devastador, passam a tê-lo quando em conjunto na mesa. Como exemplos de algumas cartas que podem, isoladamente, ou em modo Combo resultar em vitórias sem ser pelos métodos tradicionais, deixo-vos: Test of Endurance, ou "Combo" (Phage the Untouchable + Summoner’s Egg + Confusion in the Ranks) ...
Portanto, como quem não quer a coisa, já vos falei de dois tipos de estratégia: Combo e Milling. Resta agora referir, a existência de mais duas versões: Aggro e Control.
Quando queremos que o nosso baralho assuma uma postura Aggro, devemos construí-lo com muitas criaturas e poder de fogo, ou remoção de criaturas do baralho adversário, isto, porque uma postura Aggro é definida por ser uma postura AGRessiva na qual o nosso objectivo primário e único é esmagar o adversário muito rapidamente, não lhe dando tempo parar reagir a uma entrada de rompante.
Quando o nosso objectivo é construir um baralho com uma postura de Controlo, não nos devem faltar cartas que sejam capazes de aceleração de mana, bem como, cartas que atrasem ao máximo os baralhos mais rápidos, como por exemplo, removal (Cólera) ou cartas que previnam dano (Moment’s Peace), ou até mesmo cartas que permitam o descarte das armas que o adversário terá na sua posse (Duress/Cabal Therapy), são apenas alguns exemplos. A compreensão deste facto pode ser crucial, pois num baralho de Controlo, podemos não conseguir atingir essa postura tão cedo quanto pretendemos, e até que isso aconteça o baralho tem de sobreviver... Depois de assumida a posição de Controlo, como o próprio nome indica, tudo fica mais fácil, e nessa altura, já deveremos ter a mana que precisamos para baixar a mágica ou mágicas que farão toda a diferença a nosso favor. É por este motivo, que aconselho aqueles que são mais novatos a jogar magic, que aceitem o caminho da construcção de um bom deck Aggro, pois a sua filosofia de jogo é duma compreensão mais fácil do que por exemplo uma filosofia de Control. No entanto, e não menos importante, é a forma como nos sentimos a jogar com um baralho. E aí, eu penso que, acima de tudo, devemos de nos sentir bem com a estratégia do nosso baralho e nem que sejamos principiantes, deveremos optar pela postura que mais nos cativa, nem que para isso tenhamos que perder mais vezes e passar por um processo de aprendizagem mais longo... No fim, verão que não se arrependem.




4º Passo



Saber criar uma base de mana decente.



Para muita gente, este ponto é deixado ao esquecimento quando estão a fazer um baralho... Muitas foram as vezes que já me perguntaram: "Será que jogo com 21 terrenos? Ou com 22?", "Será que 19 terrenos é muito pouco para o meu deck?"... Ora bom, esta parte é talvez a mais importante na construção de um baralho, por isso deixei-a para último. Tudo porque a base de mana é influenciada pela estratégia de jogo e principalmente pela curva de mana do vosso baralho. Ou seja, se ainda não compreenderam, ou ainda não se decidiram sobre os passos anteriores, então o melhor é procurarem mais auxílio na construcção do vosso baralho. Normalmente aquilo que se faz é jogar com 20 terrenos mais o número médio de custo das mágicas que compõem o vosso baralho. Ou seja, vamos supor que fazem a curva de mana do vosso baralho e fazem os cálculos para o custo médio das mágicas, obtendo uma média de 2,72. Como esta média está mais próxima do 3 do que do 2, o que têm a fazer é arredondar para 3, sendo esse o número de terrenos a adicionar aos 20 que já tinham de antemão. Isto não se trata de uma regra, é apenas mais um conselho. Dei-vos uma ideia de criar uma base de mana a partir de uma óptica da construção de uma curva de mana do vosso baralho. No entanto, existem outros pontos aos quais devemos ter atenção, pois podem estar a introduzir factores de erro na nossa fórmula de cálculo... Estou a falar de aceleradores de mana, como por exemplo, Birds of Paradise, Llanowar Elves, Sinetes, Mox’s, etc... A inclusão destas mágicas no vosso baralho, poderá permitir o uso de menos terrenos abrindo assim "Slots", ou espaços para a colocação de mais uma mágica que pode fazer a diferença. A base de mana, bem como á curva de mana, está também intimamente ligada com a estratégia de um baralho, e aqui, é fácil de perceber que um deck Aggro, pela sua natureza e filosofia necessitará sempre de uma base de mana mais curta e de menor aceleração de mana do que um deck que pretenda assumir uma posição de controlo. No caso especial de baralhos mono-colores de Goblins, ou por exemplo, Affinity, até nem é desajustado jogar com menos de 20 terrenos devido à natureza e mecânicas de jogo dos baralhos em questão... No entanto, e como volto a referir, não sendo uma regra mas sim um conselho, devemos sempre obedecer aos 20 terrenos mais o número de terrenos que resultar do custo médio das mágicas do nosso baralho, nem que isso signifique ter de abdicar de alguma ou algumas cópias de uma ou mais cartas que nos pareçam estritamente necessárias. Mas é esta capacidade de decisão e de conhecimentos que se pretende que um jogador de magic atinja para que esteja apto a criar um baralho capaz de competir em torneios sancionados.




5º Passo



Compreender os Formatos em que se inserem os Baralhos.



Antes de mais quero dar-vos a conhecer todos os formatos existentes em magic singular. Eles são 5: Vintage também conhecido por T1, Legacy também conhecido por T1.5, EXTENDED também conhecido por T1x, STANDARD também conhecido por T2, e por último o formato de Bloco. Se repararam bem, escrevi em maiúsculas os nomes de dois formatos, EXTENDED (T1x) e STANDARD (T2), fi-lo de propósito pois ao jogar Magic Construído em Portugal, estes são os dois formatos que se jogam, quase exclusivamente, e daí a sua importância aparecer destacada face a todos os outros.
Como o artigo já vai muito longo, vou dar-vos apenas uma ideia geral sobre a legalidade, ou não, de um baralho que se inclua num destes dois formatos. Assim sendo, em EXTENDED são permitidos os seguintes Set’s:

Seventh Edition
Eighth Edition
Ninth Edition
Invasion
Planeshift
Apocalypse
Odyssey
Torment
Judgment
Onslaught
Legions
Scourge
Mirrodin
Darksteel
Fifth Dawn
Champions of Kamigawa
Betrayers of Kamigawa
Saviors of Kamigawa
Ravnica: City of Guilds
Guildpact
Dissension
Coldsnap
Time Spiral

e, estão banidas as seguintes cartas:

Aether Vial
Disciple of the Vault
Entomb
Skullclamp


Em STANDARD são legais os seguintes Set’s:

Ninth Edition
Ravnica: City of Guilds
Guildpact
Dissension
Coldsnap
Time Spiral

de momento, não existem cartas banidas/restritas neste formato, o que quer dizer que qualquer carta que pertença a qualquer uma destas expansões poderá ser jogada num baralho, respeitando, como é óbvio a regra das 4 cópias descrita no primeiro passo deste artigo.


Para os mais curiosos, relativamente aos outros formatos existentes, deixo-vos aqui um link muito útil, onde poderão ver os Set’s que compõe os outros formatos bem como as cartas que, neles estão banidas/restritas:

Link:
http://www.wizards.com/default.asp?x=judge/resources/banned

Este artigo foi escrito com apoio e com base em algumas informações retiradas do site:

www.magicthegathering.com




Espero com este artigo poder ajudar os mais novatos a compreender como construir um baralho, e como poder competir com o mesmo baralho que criaram em torneios sancionados.

Os meus cumprimentos a todos os leitores e a todos os jogadores de Magic.

Alterado a 30-10-2006 23:16:50 por ]{4MI]{4Z3

Dark.Fenix


De: Coimbra
11/2/2006 11:35:25 AM
terrenos artefacto
estes apenas foram banidos de bloco, em ext ñ.

o artigo está muito bom. claro k falas de k um deck deve levar entre 20 a 24 terrenos e axo k todos os novatos k ainda ñ percebam bem o conceito de curva de mana e fontes ñ terrenos de mana (aceleraçao) a seguirem isto á risca.

mesmo um deck agro tem de levar uns 22 terrenos em media pork ñ s podem dar ao luxo de perder cartas em muligans só pork ñ sairam os terrenos certos ou em pouca kuantidade (o mesmo s passa s sairem em muita kuantidade) pork ñ devem falhar um drop de mana nem drop de creaturas.

o 4º passo deve ser um dos mais importantes, muitos de voces talvez ainda ñ percebam este conceito, mas por exemplo um deck agro de legacy apenas leva 8 florestas pork a curva de mana é muito pekena e tem meios de por creaturas fortes em jogo sem passarem das duas manas (sem ser os de reanimate) por isso em vez de terem 20 terrenos têm 8 e podem usar as 12 slots restantes pra outras cartas.

o mesmo s passa pra muitos reanimates do mesmo formato k (o meu pelo menos) só precisam de 2 manas tambem, logo usam 4 chrome mox e 4 gemstone caverns 4 poluted delta, 1 shizo, 1 minamo, 3 ilhas e 3 pantanos, embora sejam poucos os terrenos de mana tem boa aceleracao e escolha de cor de mana pra poder dar akele boost do turno 1 de modo k tenham 2 manas de inicio, tambem levam 4 dark ritual o k ajudam tambem a reduzir o nr de terrenos, os terrenos demais sao "reciclados" nas careful study e outras cartas do genero.

continuem a postar este tipo de artigos uteis pra os mais novatos, e tambem pra alguns k já jogam a algum tempo.

fikem bem.

GFSS

De: rio de mouro
11/2/2006 8:11:07 AM
re a MRockER
axim como e q aff jogava?!n foram nd banidos...

MRockER


De: carregado
11/2/2006 1:52:07 AM
re
meu esqueçes te te de referir k os terrenos artefacto tambem foram banidos de extended axo!
curti o artigo!

surf


De: Benfica
11/1/2006 6:15:28 PM
re
mt bom post

GFSS

De: rio de mouro
11/1/2006 10:09:06 AM
...
good artigo mt bom pra kem ta a começar a jogar agora e ker aprender...bom trabalho

Mick

De: Braga
11/1/2006 12:11:21 AM
re
Também pedi que postassem um artigo do género. Está um bom artigo, continua assim. Isto vai-me dar jeito.

Fica bem

magicbird


De: Amarante
10/31/2006 9:57:02 PM
....
custou a ler mas valeu a pena....sim senhor...

Colossus


De: Charneca da Caparica
10/31/2006 9:42:50 PM
re
excelente artigo, vai ajudar bastante os iniciantes do magic, e tambem vai ajudar a esses mesmos a afzer as compras certas no magictuga...

fica bem e continua com artigos destes

vando

De: Lisboa
10/31/2006 5:31:52 PM
mt bom
este é o artigo k muito boa gente esperava, ja sabem fazer 1 deck e agora e so ter imaginaxao e criar os seus deck. bons jogos pra todos.

Big_J


De: rio tinto
10/31/2006 11:35:08 AM
artigo 5*
xcelente artigo, mto bem escrito k explica de uma forma facil e simples os principais passos da construção de um deck. Válido para qualquer jogador de magic!

fika bem
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